quarta-feira, 30 de junho de 2010

Organização dos fungos


São seres unicelulares (microscópicos) ou pluricelulares (macroscópicos). Os pluricelulares são constituídos por massas filamentosas. Cada filamento é chamado de hifa e pode possuir mais de um núcleo. O conjunto de hifas é denominado micélio.
              O que vemos dos fungos sobre o solo, vegetais e animais em decomposição, na verdade nada mais é que sua estrutura reprodutiva assexuada (micélio de frutificação). O micélio vegetativo fica dentro do substrato.

O micélio de frutificação é o responsável pela produção de células assexuadas de reprodução, os esporos. 
É importante lembrar que os esporos germinam quando encontram condições apropriadas, tais como: matéria orgânica, umidade e pouca luminosidade. Se reproduzir sexuadamente pela união de duas hifas.
Podem ser sapróbios (decompositores), parasitas ou simbiontes mutualistas. Desempenham grande importância. É o que veremos nas próximas páginas.





Fonte: B,Carlos.Os Seres Vivos.41ª edição.São Paulo. Ática,1993




Vamos relembrar um pouco?

No 6º ano foram estudadas as relações entre os seres vivos. Elas são importantes quando se refere ao estudo dos seres vivos. No estudo de fungos isto não é diferente. Você por um acaso, sabe o que são seres parasitas ou simbiontes mutualistas? Este é o espaço de relembrar!

  • Mutualismo – é a relação entre seres de espécies diferentes na qual ambas são beneficiadas. Um bom exemplo de mutualismo são os liquens. O liquem é a associação entre fungos e algas. Os fungos retiram água e sais minerais do ambiente, fornecendo-os, em parte, para o ser simbionte. Já as algas são clorofiladas e realizam fotossíntese. Assim, elas produzem alimento que são utilizados, em parte, pelo fungo.
  • Parasitismo – este termo é usado para descrever um tipo de relação ecológica em que organismos de uma espécie se alojam externa ou internamente em outra espécie, causando-lhes feridas, intoxicação e às vezes, a morte. Neste caso uma espécie é beneficiada e outra não, ao contrário do que vemos no mutualismo. Os fungos parasitas, por exemplo, retiram o alimento do vegetal ou animal podendo provocar  a morte do seu hospedeiro. Após a morte do hospedeiro, o fungo ainda se nutre dele, realizando sua decomposição. 

Fonte: Barros,C. e Paulino,W.R., 2009. Ciências: o Meio Ambiente – 5ª série. Editora Ática. São Paulo. 3ª edição.

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